segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Comer carne e os maus tratos aos animais

 Série "Reflexões Pessoais", Nº 34


A proibição de venda de carne em estabelecimentos públicos e privados da cidade de São Paulo durante as segundas-feiras, com o propósito de “refletir” sobre o sofrimento animal, é a coisa mais ridícula que os parlamentares paulistanos já aprovaram. Espero, sinceramente, que o prefeito vete essa sandice histérica! Tudo o que a maior metrópole do país não precisa é de uma lei que vai afastar, ainda mais, o seu povo da vida real. A natureza é bela e mortal. Nela, sempre alguns seres vivos serão mortos para que outros sobrevivam por intermédio do consumo das carnes de suas presas.

A morte de uma propriedade semovente para consumo alimentar, ainda que acabe por levar algum sofrimento para o animal no momento do abate, jamais será algo errado. A insanidade do mundo moderno, há tempos, tenta implantar um falso moralismo tosco e asqueroso que, nos mais variados espectros, avilta a natureza humana. No caso dos animais, querem humanizar as bestas através do expediente de bestialização do homem.

Querem que bichos sejam sujeitos de direito, coisa logicamente impossível tendo em vista as mais básicas abordagens jurídicas (e da realidade). A finalidade única de qualquer legislação contrária a maus tratos aos animais é que, dependendo da prática, o ato torna-se extremamente prejudicial para a própria psique humana! O animal já nasce condenado ao sofrimento, principalmente se estiver em seu habitat natural. A vida urbana e as diversas ideologias danificaram a mente de tantas pessoas ao ponto delas não entenderem que, por exemplo, a vida de um bovino criado para abate sob cuidados humanos é incomparavelmente mais feliz do que exposto aos constantes perigos na savana. Por exemplo, no trato dos antropomorfos, um bezerro muito dificilmente começará a ser comido antes de ser morto! Quanto à exceção, um homem que, por torpeza, cruelmente maltrata um animal de sua propriedade é um colossal idiota e merece ser duramente censurado, mas jamais será um bandido que deve ser preso (ainda que a lei diga o contrário).

Por fim, o cachorro é o melhor amigo do homem. É amoroso, companheiro, útil e é o meu animal preferido. Mesmo assim, prezo muito mais a vida de um chinês comedor de cachorros e o direito dele de comer um canino!

“Wherever there is animal worship, there is human sacrifice”

 “Onde quer que haja adoração a animais, ali haverá sacrifício humano”

 G.K.Chesterton




                                                          "Delícia de T-Bone!"



quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Fantasia Dialética

Série "Reflexões Pessoais", Nº 33


Quantos políticos tem que ser presos para os pseudo-isentos concordarem que o senhor Luis Inácio da Silva, vulgo "Lula", tem que ser preso?

Fica o questionamento.

E por que essa condenação é importante? É justamente um cara que fugiu na época do Mensalão, que saiu da presidência com gente fazendo campanha pro Lula ganhar Nobel da Paz!

O cara que bradou pros 4 cantos do mundo que foi a melhor coisa que aconteceu pro Brasil, que tinha a solução. Um homem que se auto proclamou uma lenda...e agora é visto como um verme. Conseguem compreender o impacto que é isso?

É o fim de um conto de fadas ao se deparar com a realidade. Quem ainda o defende é porque ainda não quer viver no mundo real...onde tem que assumir responsabilidade pelas coisas da vida e que uma simples calculadora estraga os seus sonhos. Por isso vivem nos cursos universitários que não acabam e transformam ciências sociais e artes em antros de fantasias delirantes em que o bandido é só um herói imcompreendido.

Mas é isso que o Lula é: o simbolo de que a realidade pode ser distorcida. E agora também representa o que acontece quando a realidade volta ao normal.

Esse momento é a catarse. Agora quem defende o Lula pode acordar pra vida e se refazer. O mundo é cheio de problemas reais e você pode ajudar, seja pegando numa pá e cavando ou fazendo poemas que capturem a verdadeira essência da realidade daquele que vive de cavar e não das fantasias bissexuais de universitários ricos com tempo livre demais.

Será bem recebido, pois muitos também acreditaram no inacreditável, e agora te explicam porque o Lula representa um passo a frente pra melhora da nação: até mesmo uma lenda pode virar uma manchete de caderno policial.

Assim dizia um de seus mentores intelectuais, Karl Marx: "A história se repete, a primeira vez... A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa"

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Uma pequena explicação anedótica sobre Paixão e Amor

Série "Curtas", Nº 33


Definindo a paixão usando como desventuras medievais caricatas: imagine que és um bravo vassalo e que passará boa parte do seu tempo coletando os melhores equipamentos, armas e tesouros. Pois bem, quando conheces uma donzela, você receberá um feitiço, e caso caia nele, ela fará que abandones a tua armadura, dê-lhe todo o ouro que conquistara e abra o caminho bravamente para que os inimigos, monstros e demais criaturas sequer encostem nela.

Uma hora, ela irá embora, e lhe deixara sozinho, sem dinheiro, em um mundo desolado e que não tem pena de ti, e com um coração partido. Doravante, irá ficar riste por um momento, mas após um tempo, irá se recuperar e voltará a se equipar novamente, até que outra rapariga lhe encontre...

Se esta paixão for correspondida, ela corre o risco de poderes evoluir para o amor, quando(e se) chegares a este ponto, verás que os sacrifícios exigidos valeram a pena, e uma armadura secreta irá se encaixar em ti, deixando-o com atributos impossíveis de serem alcançados por outro modo.

Por isso que a paixão vale a pena, se fores correspondido, as defesas que você outrora abaixara retornarão muito mais poderosas, e com guardas postos pela outra pessoa que lhe ajudarão a controlar quem entra, e quem sai. Assim formando o que chamam de Amor.

Agora tereis cuidado, pois nem sempre seras totalmente correspondido, e, com o tempo, poderão aparecer alguns defeitos com a nova armadura.

Mas claro, tudo tão simples como uma bela caricatura que és esse pequeno texto.


"Há mais perigo em teus olhos do que em vinte espadas!"



quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Superar

Série "Poesias e Devaneios", Nº 42


Superar não significa esquecer, assim como perdoar não é voltar a querer.

Superei, mas nunca esqueci, e nem pretendo,
Preciso das memórias para não esquecer onde não devo permanecer,

E não se trata de rancor,
Minha vida não tem espaço pra isso
É uma questão de amor,
De amor próprio,

Porque é preciso lembrar,
Pra não voltar a errar
Pra aprender que nem toda promessa é verdade,
Assim como nem toda lágrima é saudade,

E as minhas tem gosto de superação,
Já não doem mais,
O perdão foi a alforria do meu coração,
Apagou os últimos traços,

Desfez todos os laços,
Abraçou o presente,
Fez brotar a semente em meio uma desilusão
Porque perdoar é acreditar,  Que apesar dos pesares,

Novos tempos virão,
E onde existia passado, 
Desabrochará a renovação. 


Por Ricardo A. Brant, em Março de 2017

"E o futuro vai ser tão brilhante, que nem vamos precisar de olhos para ver..."

terça-feira, 10 de outubro de 2017

O Lar que Jamais Tive

Série "Poesias e Devaneios", Nº 41


Que nessa terra que habito
Que nesse canto que resido
Habitável? talvez não...
De qual não houve recepção

Que estou e vou estando
Terra vil e céu em desando
Sem flores no seco pasto
Idiotices de um sonho fasto

Não me permito condescendência
Que de face minha verta
Lágrimas crus da indulgência

Terra que não ama
Lar que não acolhe
Lugar que não sou parte

Não há temor
Não há rancor
Não há amor 
Só resta aqui torpor

Não ficarei, em paz jamais
De mim pedir, paciência é demais
Pois onde há, suposto calor
Par de olhos, brilhante, torpor

Não é real, nunca será
Porque onde de fato está
Não será hoje nem aqui
Mas irei lá buscar

Onde pelos seus olhos serei devotado
E por seu coração perseverante
Pois daqui irei zarpar
E do seu coração, jamais abandonar

"Algum lugar onde não há tempo pra perder
Algum mundo onde mentiras valem mais que a verdade
Um espaço vazio em seu coração"






segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A importância do Perdão

Série "Reflexões Pessoais", Nº 32


Muitas vezes tentamos entender e colocar um sentido em situações e momentos pelos quais passamos.

Nos sentimos enganados, ludibriados, frustrados, odiosos, com raiva e com desejos de vingança, ao descobrirmos certas “verdades”.

Todos fomos machucados na vida. Todos fomos rejeitados por uma namorada (ou namorado), traídos por um amigo, passados para trás numa promoção, rejeitados pelos pais, ou vítimas de preconceito.

E acho que é natural sentir este tipo de coisa. É claro que com o tempo, a tendência é com o decorrer das nossas vidas e nosso amadurecimento natural, ir se desapegando e seguindo sua vida, se desenvolvendo, evoluindo, deixando estes sentimentos pra trás, e olhando sempre para frente.

Mas muitos ainda, por mais que não digam ou que não afirmem isso (nem pra eles mesmos), bem lá no fundo, ficam presos ao sentimento de revanchismo, vingança a quem os iludiu, enganou, traiu. Seja quem for, a maioria de nós acredita que as pessoas que nos feriram devem pagar pela dor que nos causaram; afinal, elas merecem ser castigadas, mesmo que inconscientemente (“nada como um dia atrás do outro”, ou “o mundo dá voltas”).

Mas simplesmente: perdoe! Não se trata de esquecer a maldade alheia ou minimizar o próprio sofrimento. Para ser capaz de um perdão verdadeiro e sadio basta entender que ele traz muito mais benefícios do que o rancor.

Infelizmente, o conceito de perdão de cada um pode limitar ou dificultar a capacidade de perdoar. Dizem que perdoar é coisa de gente fraca, medrosa, sem auto estima. Possuímos crenças negativas de que perdoar é aceitar de forma passiva tudo o que nos fizeram. Achamos que perdoar é aceitar agressões, desrespeito aos nossos direitos. Alguns afirmam: “eu não levo desaforo para casa!…” ou tipo “Que se foda! Sou assim mesmo!” Pergunto: Somos alguns destes? Devemos agir sempre assim? Será que a pessoa que perdoa demonstra fraqueza de caráter? NÃO, NÃO E NÃO!

Olhando somente para o escopo do tema Relacionamento:

Muitos dizem: “Ah, eu me dei muito mal com aquela pessoa”. É claro! E não foi por causa de nenhum tipo de “predestinação” ou algo que o valha. Porque se iludiram, pensaram que ela seria perfeita o tempo todo.

E então muitos dizem que não conseguem perdoar porque estão muito magoados. Porém, o problema não está no outro, pois era previsível que por mais especial que esta pessoa fosse, um dia acabaria agindo de forma diferente daquela que esperávamos. O erro está em nós, que não aceitamos as pessoas como elas são. Ainda mais nos dias de hoje, onde pode tudo!

Pergunto: Será que estamos aceitando as pessoas como elas são? Será que não estamos esperando muito dos outros? Será que estamos esperando lidar com seres utópicos e absolutamente altruístas? Sabemos que de angelicais e puros eles não tem nada, são humanos tanto quantos nós. Amigo, sem Aceitação, não há Perdão!

Um outro motivo para esquecermos as ofensas está na constatação de que o perdão traz um grande alívio para quem perdoa. Não é para quem é perdoado. Muitas vezes quem é perdoado não consegue se livrar da sua consciência, mas este também precisa aprender a se perdoar e a recomeçar novamente. O auto perdão também é importante. Para que reconhecendo os nossos erros encontremos forças para reformular nossas atitudes e começar uma nova vida.

Considerando a própria fragilidade, o indivíduo deve conceder-se a oportunidade de reparar os males praticados, reabilitando-se perante si mesmo e perante aqueles a quem haja prejudicado. O arrependimento, puro e simples, se não acompanhado da ação reparadora, é tão inócuo e prejudicial quanto a falta dele.

Perdoe a si mesmo pelos erros cometidos no passado e não fique se martirizando por isso. O auto perdão ajuda o amadurecimento moral, emocional, porque propicia clara visão responsabilidade, levando o indivíduo a cuidadosas reflexões, antes de tomar atitudes agressivas ou negligentes, precipitadas ou contraditórias no futuro.
Quando alguém se perdoa, aprende também a desculpar, oferecendo a mesma oportunidade ao seu próximo.

“O PERDÃO É SEMPRE PARA QUEM PERDOA”.

Não nos contaminemos pela raiva, pela cólera e pela mágoa. Vivamos em paz e com a nossa consciência tranquila pronta para merecer o perdão das pessoas que prejudicamos com os nossos atos, palavras e pensamentos, pois somente será perdoado aquele que perdoa. Essa é a lei.

Quando digo perdoar a pessoa que te prejudicou, não quero dizer que as coisas vão ser igual ao que era antes, que você vai ter que conviver com a pessoa, ou se relacionar com ela. Não, não e não. Você apenas aceita que a pessoa agiu daquela forma e que ela é assim e de certa forma você se protege e começa a andar pra frente rumo ao seu desenvolvimento e sua paz de espírito.

Quando perdoamos as pessoas que nos machucaram, não estamos dizendo que o que foi feito contra nós não teve importância (“não foi nada”) ou não deixou marcas profundas (aquelas a ferro e fogo). Essas perdas foram terríveis e fizeram grande diferença em nossa vida, mas nos ensinaram muitas coisas: tanto a não nos tornarmos vítimas novamente, como não fazermos o mesmo para terceiros e o principal, traz pra nós o aprendizado.

PERDOAR NÃO É ESQUECER. É LEMBRAR SEM SENTIR DOR. É NÃO LEVAR EM CONTA.

O sensato perdoa. Portanto, seja o que for e a quem for.

O perdão beneficia aquele que perdoa, por propiciar-lhe paz espiritual, equilíbrio emocional e lucidez mental na busca no auto-conhecimento.

Não perdoar nos dá a ilusão de força, de poder (“agora eu controlo”). Não perdoar ajuda a compensar a sensação de falta de poder que nós sentimos quando fomos machucados.
De fato, se trancarmos na prisão de nossa mente essas pessoas que nos prejudicaram, vamos nos sentir onipotentes (“agora é minha vez”) pela força do nosso ódio silencioso. Isso não é bom.

E, por último, não perdoar nos dá a ilusão de que não seremos machucados outra vez. Mantendo a dor viva, os olhos bem abertos para qualquer perigo em potencial, reduzimos o risco de voltamos a sofrer rejeição, traição ou qualquer outra forma de ferimento.
Mas será que os benefícios (iludidos) de não perdoar valem o preço que pagamos por armazenar essas mágoas, remoer esses sentimentos e nos agarrarmos com unhas e dentes à dor do passado? Será que vale a pena continuarmos alimentando a raiva, revidando com palavras ou com silêncio e assim nunca sentirmos o verdadeiro prazer de viver? Vale a pena corroer a alma dessa forma?

Claro que não! Simplesmente desapegue-se do passado e seja uma pessoa melhor pra você mesmo!!

O perdão se torna uma possibilidade quando a dor do passado cessa de reger nossas vidas; quando não precisarmos mais do ódio e do ressentimento como desculpas para obter menos da vida, do que queremos ou merecemos. Perdoar é chegar à conclusão de que já odiamos bastante e não queremos odiar mais; portanto, perdoar é usar a energia da vida, não para reprimir esses sentimentos, mas para quebrar o ciclo da dor se voltando para o futuro e não machucando outras pessoas como fomos machucados.

Há quem diga que perdoar é escolher entre se vingar e se aproximar, entre ser vítima ou sobrevivente. Na realidade, perdoar é um processo que vem de dentro. É uma libertação. Uma aceitação. Perdoar é aceitar que a coisas ruins podem e de fato acontecerem na vida das pessoas, e que as pessoas mesmo quando se envolvem, machucam e se machucam. Perdoar é um sentimento de bem-estar, é reconhecer que existe algo melhor que queremos fazer com a energia da vida e fazê-lo.


E creio que todos nós aqui somos sobreviventes rumo a um futuro de muitas batalhas, na busca de sermos melhores seres humanos.

"A raiva te torna menor, enquanto o perdão te força a crescer além do que você era."
Cherie Carter-Scott

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Uma História do Meu Tempo de Estudante de Direito Sobre o Casamento Gay e a Atual Promoção da Pedofilia Pelo Banco Santander.

Série "Reflexões Pessoais", Nº 31


Há quatro anos eu ainda não tinha concluído o meu curso de Direito, quando, durante uma pesquisa do professor, fui perguntado em sala de aula se era a favor do casamento gay. Prontamente respondi que não, pois o casamento é oriundo do instituto do direito romano chamado matrimonium e, como o próprio nome demonstra inquestionavelmente, está íntima e inseparavelmente ligado à maternidade. Logo, só existe casamento entre homem e mulher, pois apenas esta união tem a potência para gerar prole. E a prole, por sua vez, tem uma importância crucial para qualquer sociedade, qual seja, a manutenção do contingente humano sem o qual a nação, que em um país sadio é uma espécie de extensão da família, entra em decadência e, até mesmo, risco de extinguir-se.
Como é possível perceber, a minha resposta foi focada apenas no direito e na importância do casamento para o Estado. Tal fato se deve à minha vã tentativa de utilizar uma argumentação que tinha por escopo ser aceita no meio hostil onde eu, cristão e conservador, me encontrava. Fracassei totalmente e, em um piscar de olhos, várias vozes se levantaram em alto tom para me acusar de homofobia. Como não me deixo intimidar, dei um tapa violento contra a mesa, o que deu início a um silêncio sepulcral em sala, e falei: só respondi o que me foi perguntado. Nunca hostilizei ninguém por causa de sua opção sexual. Se simplesmente ser contra o casamento gay é ser homofônico, então eu aceito o rótulo. Agora, negar a própria realidade em favor de uma conveniência do politicamente correto é uma completa loucura que, após ser aprovada, atrairá ainda mais demência. Hoje se defende o casamento gay, amanhã o próximo passo será a pedofilia.
Depois do ocorrido, vários colegas me procuraram para parabenizar por terem se sentido representados pelo que dissera. Alguns outros, porém, afirmaram que tinha exagerado muito em minha afirmativa sobre pedofilia. Hoje, tão pouco tempo depois, a minha previsão se cumpriu: o Banco Santander financiou uma exposição criminosa por vilipendiar objeto de culto (escreveu as palavras vagina e língua em hóstias católicas, pintaram Jesus crucificado repleto de braços e, em cada um, segurando objetos como, por exemplo, um vibrador) e que incentiva não apenas a pedofilia como a zoofilia. É claro que qualquer cristão que saiba disso, bem como qualquer indivíduo que sabe a diferença entre coisas básicas como certo e errado, o bem e o mal, deve cancelar a conta no Satã-der e divulgar tal informação para que outras pessoas façam o mesmo. Seguindo o raciocínio, tamanho ultraje é o começo do preço altíssimo a se pagar pelo sacrifício da lógica no altar da conveniente omissão. Se as pessoas mentalmente sadias, que ainda são a maioria, não tolerassem que a realidade fosse substituída por ideologias das minorias barulhentas, com certeza a consequente insanidade coletiva decorrente da perda das bases morais mais caras não estaria acontecendo hoje. Já falei exaustivamente, mas repito: é no solo fértil da covarde indiferença o local onde o mal é semeado e gera prolífera colheita.
Portanto, a sociedade brasileira tem que romper imediatamente com o expediente do silencio. Para ser mais claro, todo aquele que tentar negar a realidade deve ser prontamente repreendido e chamado pelo que é, um louco. Não toleremos o desrespeito à fé do povo brasileiro; a caça sexual predatória dos seres mais indefesos, as crianças; o hedonismo animalesco da zoofilia; mais uma ideologia maldita, dessa vez para dizer que crianças nascem sem gênero definido, ignorando desde o mais pequenino cromossomo molecular até o mais gigante dos órgãos genitais; et cetera. Podem ter certeza, apesar de difícil, esta é uma causa nobre pela qual vale a pena lutar para fazer a diferença ou, no mínimo, morrer tentando.