quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Manhã

Série "Poesias e Devaneios", Nº 13


Manhã calma, macia, gelada.

Manhã ácida, estafante, insuportável.

É o simples passo de um dia novo, de uma nova fase, de um erro que trará consequência.

Uma fase,  de uma escolha errada, e do abandono daquilo que se descobriu por ser o amor, passivo e ingrato, impossível de conviver. 

Daqui que se convencionou chamar de amor, dramático e ingrato.

Manhã sem sol, manhã sem ar, manhã maldita, que virá todos os dias.

Todos os dias da minha vida.

"Não haverá, nem será, nem virá a servir..."

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