sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Destilando veneno ideológico

Série "Poesias e Devaneios", Nº 25


Idiotas úteis. Imbecis fanáticos, amam de paixão figuras usurpadas de semideuses profanos. A todo pulmão entoam malditos cânticos verborrágicos, carregados de discursos, cuja composição é puro ranço dialético.

Não sentem a vida pulsar na frente dos seus olhos, não há razão para o seu viver, seus olhos estão vazios, suas vidas desperdiçadas das formas mais vazias possíveis.

Suas bandeiras são tão cinzas quanto seus versos, tortos e mentirosos.

Seus manifestos, compêndios, manais, guias, diários, panfletos: um belo banquete pra traças.

Sua moral é imoral, seus valores são desvalorizados, não há objetivo senão destruir tudo que foi edificado, erigido por anos, décadas, séculos de trabalho árduo e duro.

Sua desonestidade tamanha, assustará o pior dos vigaristas inclusive.

Idiotas úteis, malditos seres parasitas morais, vocês são o fruto da decadência moral e espiritual de uma sociedade relativística.

Lutarei até o fim das minhas forças pra combater a existência de cada uma das suas ideias. Lutarei e estou lutando.


Numa época de mentiras universais, dizer a verdade é um ato revolucionário.



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