segunda-feira, 6 de junho de 2016

Da chuva, o silêncio

Série "Reflexões Pessoais", Nº 23


Gosto de escrever sobre a chuva, sabe?

Gosto da chuva, propriamente dita.

Há na chuva um momento propício à  reflexão, ao alívio do cotidiano. Ja dizia Millôr Fernandes "Olha / Entre um pingo e outro / A chuva não molha". Tanta ideia que surge a partir desse pequeno tesouro escrito.

Um universo inteirinho no intervalo entre um pingo e outro, e ninguém se dá conta. Entre dois pingos, um rio de silêncio; mínimo, imperceptível.

Mas existe!

E é esse silêncio entre os pingos que consola. Deixa fluir...

 "Sempre que chove, tudo faz tanto tempo.."

Um comentário:

Eduardo Costa disse...

A chuva cai na medida das lágrimas.